Skip to main content

Hitachi

Inovação Social

Inovação Social na América do Sul

América do Sul apresenta uma oportunidade excepcional para o desenvolvimento industrial, econômico, e urbano por meio da Inovação Social.a

A América do Sul é uma das regiões mais urbanizadas no mundo. Segundo dados das Nações Unidas, em 2015, 83,3% da população já morava em cidades e espera-se que esse percentual chegue a 85,2% em 2025, o que significa um aumento de 40 milhões de pessoas em apenas uma década, totalizando 385,4 milhões em áreas urbanas.


Com um crescimento de 4,3% ao ano nos últimos 20 anos, nossas economias e cidades em constante evolução e expansão desafiam o meio físico, governo, o mundo de negócios, e seus próprios residentes criando um imperativo para o desenvolvimento de infraestrutura social.


 

Com presença na América do Sul desde 1940 e experiência global de mais de um século desenvolvendo tecnologias operativas e da informação, a Hitachi está capacitada para ajudar a governos e empresas a encarar esse desafio sob o conceito de Criação Colaborativa, entendido como o processo de inovar em conjunto com outras partes a fim de criar valor para os grupos de interesse das empresas, clientes e a sociedade em geral.


Por meio de seu Negócio de Inovação Social, a Hitachi combina sua expertise global em IT com o conhecimento das áreas mais críticas da Infraestrutura Social: Energia, Manufatura, Água e Saneamento, Saúde e Bem Estar, Serviços Financeiros, Transporte e Desenvolvimento Urbano. O objetivo é criar novas ideias e projetos capazes de resolver problemas sociais e melhorar o cotidiano das pessoas.


Fontes:

United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2014). World Urbanization Prospects: The 2014 Revision.
World Bank (2018). World Development Indicators, GDP Growth. Disponível em: https://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.KD.ZG?view=chart

Necessidade de Inovação em Transporte e Mobilidade Urbana

O transporte público é fundamental para o crescimento urbano e econômico da América do Sul. O principal desafio da região nesse sentido é fornecer soluções de mobilidade multimodais, de qualidade, econômicas e para todos os cidadãos, e ao mesmo tempo resolver os problemas de trânsito presentes nas grandes cidades, como congestionamentos, poluição, e insegurança. Apesar do rápido surgimento de novas opções e modelos de negócios de mobilidade urbana, a região ainda continua fortemente centrada nos modos de transporte tradicionais. De fato, nas últimas décadas a maioria das grandes cidades tem experimentado uma rápida expansão das viagens motorizadas no transporte público junto com a predominância de veículos particulares.


 

Buenos Aires é um exemplo disso. Desde o início dos anos 70 até os dias de hoje, o transporte ferroviário de passageiros diminuiu sua representatividade em 40%. Em contrapartida, as viagens de ônibus tiveram um aumento significativo e já respondem por 80% do transporte público metropolitano enquanto os carros particulares realizam cerca de 60% das viagens, causando problemas no trânsito, insegurança e poluição para as mais de 12 milhões de pessoas da área metropolitana de Buenos Aires. São Paulo, com mais de 20 milhões de habitantes na área metropolitana, é outro exemplo de cidade da América do Sul que sofre com o aumento considerável da população e o número de veículos particulares. Na região metropolitana, das mais de 29 milhões de viagens motorizadas feitas por dia, só 54% se dão por meio de transporte público. Os ônibus concentram 74% de todas as viagens de transporte público, enquanto trens e metrôs respondem pelo restante . Isso, somado a uma cultura automobilística e ao desenvolvimento urbano focado em veículos particulares fazem de São Paulo uma rede de vias congestionadas, com engarrafamentos frequentes de dezenas de quilômetros de extensão, e um tempo médio diário de deslocamento de 2 horas.


A melhoria da qualidade e abrangência dos serviços de transporte público torna-se fundamental para que seu uso seja atrativo ao público, transformando-se em verdadeiras alternativas a carros e motocicletas. O futuro da mobilidade na América do Sul deverá ser muito mais integrado e transparente, fornecendo aos usuários uma variedade de opções de viagem para poder garantir tanto seu bem-estar como o desenvolvimento econômico das cidades. A Inovação Social pode ser aplicada para atender à demanda por mobilidade com novos produtos e serviços, sempre com o potencial de gerar uma mudança comportamental, e ajudar a mitigar as externalidades negativas geradas por congestionamentos e poluição.



Fontes:

Frost & Sullivan (2017) Latin America New Mobility Business Models, Forecast to 2023.
CIPPEC (2017) Menos autos y más y mejor transporte público para la Región Metropolitana de Buenos Aires. Disponível em: https://www.cippec.org/wp-content/uploads/2017/03/1245.pdf
Metrô (2013) Pesquisa de Mobilidade da Região Metropolitana de São Paulo. Disponível em: http://www.mobilize.org.br/midias/pesquisas/pesquisa-de-mobilidade-da-rmsp-20121.pdf
Rede Nossa São Paulo (2017) Pesquisa sobre Mobilidade Urbana. Disponível em: https://nossasaopaulo.org.br/portal/arquivos/pesquisamobilidade2017.pdf

Os Desafios do Setor Energético na
América do Sul: Segurança no Suprimento,
Eficiência e Qualidade

A constante expansão econômica, a rápida urbanização e o aumento da classe média fizeram com que nos últimos 40 anos a demanda de eletricidade na América do Sul aumentasse a um ritmo maior a 5% ao ano e estima que, mesmo com os progressos em eficiência energética, continue crescendo a taxas superiores a 2% nos próximos 20 anos.


O principal desafio do setor elétrico na região é atender a demanda crescente da população que está cada vez mais concentrada em centros urbanos e que cada vez mais depende da eletricidade para satisfazer suas necessidades básicas. O desafio é ainda maior se consideramos o compromisso com reduzir os níveis de emissões de carbono, o que implica apostar ao mesmo tempo em energias renováveis e na melhora da eficiência em geração, transmissão, distribuição e consumo.


Especialmente na última década, embora em distintas medidas, os governos da região tem se comprometido com a diversificação de fontes renováveis, principalmente solar e eólica. Mesmo tendo a matriz mais limpa do mundo com 25% de participação de renováveis, ainda há muito por fazer na substituição de combustíveis fósseis líquidos que hoje continuam sendo a principal fonte energética.


Enquanto a região se esforça para aumentar a capacidade de geração de energia com fontes limpas para sustentar o crescimento econômico e urbano, também existe a necessidade de reduzir as perdas em distribuição e melhorar a confiabilidade e qualidade do suprimento elétrico. Na maioria dos países da região a frequência e duração das interrupções mais do que triplica as de países europeus ou os da América do Norte.


A isso, soma-se o desafio de que num futuro próximo, as redes de eletricidade também serão impactadas pelo acelerado crescimento de veículos elétricos e a infraestrutura de carregamento, assim como pelo incremento de sistemas de geração distribuída em pequena escala. Dados da Frost & Sullivan mostram que para 2023 as vendas anuais de veículos elétricos na América do Sul superarão as 30.000 unidades, em quanto que os sistemas de geração de distribuída somarão uma capacidade instalada de 2,5 GW até 2025, apenas no Brasil.


Dados da Frost & Sullivan mostram que para 2023 as vendas anuais de veículos elétricos na América do Sul superarão as 30.000 unidades, enquanto que os sistemas de geração de distribuída somarão uma capacidade instalada de 2,5 GW até 2025, apenas no Brasil.




Com seu foco em Inovação Social e expertise global em TI e em sistemas de geração, distribuição e transmissão, a Hitachi vem contribuindo no desenvolvimento de uma infraestrutura energética inteligente e confiável para América do Sul com soluções inovadoras que promovem a eficiência energética e a ótima integração de fontes renováveis, geração distribuída e infraestrutura de veículos elétricos.



Fontes:

BID (2016) ¿Luces encendidas? Necesidades de Energía para América Latina y el Caribe al 2040. Disponível em: https://publications.iadb.org/handle/11319/7361?locale-attribute=es&
OLADE (2017) Anuario de Estadísticas Energéticas. Disponível em: http://biblioteca.olade.org/opac-tmpl/Documentos/old0396.pdf
Frost & Sullivan (2016). Electric Vehicle Market in Latin America, Forecast to 2023.
EPE (2017). Plano Decenal de Expansão de Energia 2026. Disponível em: http://epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/Plano-Decenal-de-Expansao-de-Energia-2026,

Ganhos e Fraquezas no Sistema de Saúde

Os avanços econômicos alcançados na América do Sul têm ajudado a elevar o bem-estar da população, e a expectativa de vida continua subindo em direção ao patamar de taxas globais. Na América do Sul, a proporção de pessoas com mais de 60 anos aumentará de 12,4% em 2017 para 26,5% em 2050. No entanto, o fato de que as pessoas vivem por mais anos traz uma série de desafios relacionados ao envelhecimento da população. Doenças crônicas, tais como hipertensão e diabetes tendem a aumentar na medida em que as pessoas vivem mais tempo e pelo fato de que a obesidade se tornou uma consequência do estilo de vida moderno. Mais de 80% dos adultos com mais de 60 anos de idade sofrem de, pelo menos, uma doença crônica.


No Brasil, país com 18,9% da população obesa, o número de pessoas diagnosticadas com diabetes cresceu 61,8% apenas numa década, passando de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 . A maior parte dessa população continuará concentrada em cidades e, portanto, colocando pressão sobre os serviços de saúde que oferecem.



Uma maneira de começar a abordar esse desafio é focando em prevenção e atenção primária, aumentando o acesso da população a cuidados médicos, e equipando os sistemas de saúde com tecnologias adequadas que permitam a identificação precoce e controle de doenças. Através dos Negócios de Inovação Social, a Hitachi combina sua especialização em equipamentos médicos com tecnologias da informação (TI) avançadas para fornecer soluções inovadoras para o campo da medicina e saúde. Em colaboração com governos, hospitais e outros parceiros tecnológicos, a Hitachi vem trabalhando com o compromisso de garantir a infraestrutura social necessária para melhorar a qualidade de vida da sociedade na América do Sul.


Um exemplo disso é a parceria que a Hitachi e o hospital Santa Casa de Avaré fizeram para criar uma Unidade de Diagnóstico por Imagem (UDI), evitando que os pacientes tivessem que viajar 120 quilômetros para fazer exames de ressonância magnética. O sucesso da UDI da Hitachi se baseou na agilidade para a instalação e utilização dos equipamentos, permitindo oferecer exames num curto período de tempo, o que se constituiu em um ativo crucial para a saúde da crescente população local.


Fontes:

United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2017). World Population Ageing 2017 – Highlights. Disponível em: http://www.un.org/en/development/desa/population/publications/pdf/ageing/WPA2017_Highlights.pdf
Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (2017). VIGITEL Brasil 2016. Disponível em: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/abril/17/Vigitel.pdf,

OT X IT: Combinando tecnologias operacionais com tecnologias da informação para obter soluções mais rápidas e de maior valor agregado



A pesar de cada indústria, apresentar seus próprios desafios em termos de tecnologias operativas, existe uma necessidade transversal a todos os setores de maximizar resultados por meio da adopção de tecnologias digitais e o aproveitamento dos insights gerados com big data.


América do Sul já está embarcando na era do Internet das Coisas-ou IoT como é mais conhecida, pela sigla em inglês-, na qual dispositivos, máquinas e sistemas conectam-se uns com outros por meio de tecnologias digitais transformando a forma em que produzimos, nos relacionamos e fazemos negócios. Segundo dados da Frost & Sullivan, apenas no Brasil, o mercado IoT movimentou US$ 1,35 bilhão em 2016, sendo a indústria automotiva e as manufatureiras as mais relevantes. O potencial é enorme e espera-se que o faturamento entre hardware, software, conectividade e serviços chegue a $3,29 bilhões em 2021.


 

Sempre à vanguarda, a Hitachi tem por meta se tornar um Parceiro de Inovação da Era de IoT na região. Com décadas de expertise em sistemas e equipamentos para uma diversidade de setores e amplo conhecimento em TI e vocação de inovação, a Hitachi está em uma posição incomparável para ajudar a governos, indústrias e cidades a encarar seus processos de transformação digital.



Fontes:

United Nations, Department of Economic and Social Affairs, Population Division (2017). World Population Ageing 2017 – Highlights. Disponível em: http://www.un.org/en/development/desa/population/publications/pdf/ageing/WPA2017_Highlights.pdf
Ministério da Saúde do Brasil. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (2017). VIGITEL Brasil 2016. Disponível em: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/abril/17/Vigitel.pdf,